Pequenos comentários sobre as gotas de entretenimento que absorvo.

Fringe - 4ª Temporada.
Fringe é uma das minhas séries favoritas. Sim, de todos os tempos. É um raro exemplar de série que não seja de relacionamento no meu Top. Ou não, afinal o fator principal por trás de Fringe é o amor, certo?
Esta 4ª temporada não teve um desfecho tão impactante como os das três anteriores e o cliffhanger foi até previsível. Mas a culpa deste fato deve ser completamente atribuída à Fox, que só decidiu acerca da renovação da série para mais uma temporada após a filmagem do último episódio. Então os showrunners foram obrigados a apressar um possível final para agradar aos fãs e não entregar uma série sem final como ocorre bastante por aí. Esse fato é embaraçoso, como alguém pode trabalhar com esse tipo de limitação?
Problemas financeiros à parte, a temporada ainda assim foi fabulosa e jamais serei capaz de compreender como John Noble não ganha todos os prêmios da TV americana. Se até mesmo o Joshua Jackson merecia um prêmio ou ao menos uma indicação e a Anna Torv mais ainda, casos como o do Noble são imperdoáveis. O cara é um monstro! O que ele construiu ao longo das quatro temporadas transformou Walter Bishop em uma figura amargurada, inocente e genial, com certeza a figura emblemática da série. Daqui a 10 anos, ainda lembraremos do Dr. Bishop com carinho.
Não serei spoiler acerca da trama, que promete em seus 13 episódios finais apresentar os passos rumo ao futuro introduzido no episódio 4x19. Claro que esperamos para conhecer os rumos que esse futuro tomarão, mas o amor vencerá, estou certo disso.

Fringe - 4ª Temporada.

Fringe é uma das minhas séries favoritas. Sim, de todos os tempos. É um raro exemplar de série que não seja de relacionamento no meu Top. Ou não, afinal o fator principal por trás de Fringe é o amor, certo?

Esta 4ª temporada não teve um desfecho tão impactante como os das três anteriores e o cliffhanger foi até previsível. Mas a culpa deste fato deve ser completamente atribuída à Fox, que só decidiu acerca da renovação da série para mais uma temporada após a filmagem do último episódio. Então os showrunners foram obrigados a apressar um possível final para agradar aos fãs e não entregar uma série sem final como ocorre bastante por aí. Esse fato é embaraçoso, como alguém pode trabalhar com esse tipo de limitação?

Problemas financeiros à parte, a temporada ainda assim foi fabulosa e jamais serei capaz de compreender como John Noble não ganha todos os prêmios da TV americana. Se até mesmo o Joshua Jackson merecia um prêmio ou ao menos uma indicação e a Anna Torv mais ainda, casos como o do Noble são imperdoáveis. O cara é um monstro! O que ele construiu ao longo das quatro temporadas transformou Walter Bishop em uma figura amargurada, inocente e genial, com certeza a figura emblemática da série. Daqui a 10 anos, ainda lembraremos do Dr. Bishop com carinho.

Não serei spoiler acerca da trama, que promete em seus 13 episódios finais apresentar os passos rumo ao futuro introduzido no episódio 4x19. Claro que esperamos para conhecer os rumos que esse futuro tomarão, mas o amor vencerá, estou certo disso.

The Big Bang Theory - 5ª Temporada.
O seriado de Sheldon e Leonard teve excelentes 1ª e 2ª temporadas, uma 3ª morna e uma 4ª fraquinha. A 5ª vinha quase no mesmo nível da anterior, mas até que se reergueu graças a alguns plots (sobretudo Howard e Bernadette) e se encerrou no nível da 3ª. É uma pena que jamais teremos o retorno ao início, quando os personagens agiam como nerds de verdade e não apenas a chatice do Sheldon e os demais com problemas de relacionamento.
O season finale foi especialmente bacana e eu curti muito o desfecho desse arco na história. Vamos ver o que vem pela frente entre Sheldon e Amy e entre Leonard e Penny. E torçamos pra que arrumem algum plot pro Raj que não seja de inclinações homossexuais. =P

The Big Bang Theory - 5ª Temporada.

O seriado de Sheldon e Leonard teve excelentes 1ª e 2ª temporadas, uma 3ª morna e uma 4ª fraquinha. A 5ª vinha quase no mesmo nível da anterior, mas até que se reergueu graças a alguns plots (sobretudo Howard e Bernadette) e se encerrou no nível da 3ª. É uma pena que jamais teremos o retorno ao início, quando os personagens agiam como nerds de verdade e não apenas a chatice do Sheldon e os demais com problemas de relacionamento.

O season finale foi especialmente bacana e eu curti muito o desfecho desse arco na história. Vamos ver o que vem pela frente entre Sheldon e Amy e entre Leonard e Penny. E torçamos pra que arrumem algum plot pro Raj que não seja de inclinações homossexuais. =P

Alta Fidelidade (High Fidelity) - 2000. Dir: Stephen Frears. Elenco: John Cusack, Jack Black, Todd Louiso, Iben Hjejle, Joan Cusack, Tim Robbins, Catherine Zeta-Jones e Lili Taylor. ****
Rob (John Cusack) é um cara meio perdido. Atravessa relacionamentos sem saber se realmente está seguindo por um caminho que escolheu ou apenas se deixando levar. Mas certamente a impressão que tem de si mesmo é que sua vida sentimental é um desastre. E talvez seja mesmo. Anyway, ele é dono de uma loja de vinis, na qual trabalham Barry (Black) e Dick (Louiso). E acaba de ser largado por Laura (Hjejle). Assim, quando o filme começa Rob está em uma crise sobre sua vida.
John Cusack é um cara bacana, já interpretou muitas vezes esse tipo de personagem, um cara legal e suas neuras. E está muito bem neste filme divertidíssimo, que me deixou louco para fazer listas e mixtapes! o.O Todo o resto do elenco é ótimo, mas acaba coadjuvando para Cusack, que narra sua vida, transparecendo se tratar de uma adaptação literária, do elogiado livro do Nick Hornby, que não li, mas agora fiquei com vontade! =P
Há muito que meu amigo Gilvan recomendava esse filme, enfim conferi e valeu a pena! Recomendo! =D

Alta Fidelidade (High Fidelity) - 2000. Dir: Stephen Frears. Elenco: John Cusack, Jack Black, Todd Louiso, Iben Hjejle, Joan Cusack, Tim Robbins, Catherine Zeta-Jones e Lili Taylor. ****

Rob (John Cusack) é um cara meio perdido. Atravessa relacionamentos sem saber se realmente está seguindo por um caminho que escolheu ou apenas se deixando levar. Mas certamente a impressão que tem de si mesmo é que sua vida sentimental é um desastre. E talvez seja mesmo. Anyway, ele é dono de uma loja de vinis, na qual trabalham Barry (Black) e Dick (Louiso). E acaba de ser largado por Laura (Hjejle). Assim, quando o filme começa Rob está em uma crise sobre sua vida.

John Cusack é um cara bacana, já interpretou muitas vezes esse tipo de personagem, um cara legal e suas neuras. E está muito bem neste filme divertidíssimo, que me deixou louco para fazer listas e mixtapes! o.O Todo o resto do elenco é ótimo, mas acaba coadjuvando para Cusack, que narra sua vida, transparecendo se tratar de uma adaptação literária, do elogiado livro do Nick Hornby, que não li, mas agora fiquei com vontade! =P

Há muito que meu amigo Gilvan recomendava esse filme, enfim conferi e valeu a pena! Recomendo! =D

Jerry Maguire - A Grande Virada (Jerry Maguire). Dir: Cameron Crowe. Elenco: Tom Cruise, Renée Zellweger, Cuba Gooding Jr., Jay Mohr, Bonnie Hunt, Regina King e Jonathan Lipnicki. ****
Jerry Maguire talvez seja o menos autobiográfico dos longas escritos pelo Cameron Crowe. Certamente há algo, mas pouco. Eu enrolei anos e mais anos para enfim assisti-lo, não sei bem porquê. A marca de Crowe está lá, claro, a trilha sonora repleta de clássicos do rock. Mas não percebi ali sua típica atmosfera. E mais: notei que ele não é um cara tão brilhante assim. Quero dizer, Quase Famosos é tão bom que talvez baste para consagrar sua carreira. Mas nenhum de seus outros longas é excelente, embora nenhum seja ruim.
Enfim, Maguire (Cruise) é um famoso agente de esportistas de uma empresa, e percebe que não adianta pensar só no dinheiro, mas sim na qualidade do seu trabalho, o que acaba custando sua demissão. Sozinho ele depende do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Gooding Jr.) e da contadora Dorothy Boyd (Zellweger) para se reerguer.
O filme foge dos principais clichês do gênero e acaba seguindo um rumo bem bacana. Ainda assim, acho que faltaram algumas coisas no roteiro, que não poderei explicar aqui sem ser spoiler, já que são fatos da parte final. Mas Crowe revelou o garoto que interpreta o filho da Zellweger, Ray (Lipnicki), que depois viria a estrelar os longas de Stuart Little. O guri era fantástico, hahaha! Não tanto quanto a garotinha de Compramos um Zoológico, claro. =P E fica a pergunta: o que houve com o Cuba Gooding Jr. e a Renée Zellweger de Jerry Maguire? Os dois estão fantásticos aqui!

Jerry Maguire - A Grande Virada (Jerry Maguire). Dir: Cameron Crowe. Elenco: Tom Cruise, Renée Zellweger, Cuba Gooding Jr., Jay Mohr, Bonnie Hunt, Regina King e Jonathan Lipnicki. ****

Jerry Maguire talvez seja o menos autobiográfico dos longas escritos pelo Cameron Crowe. Certamente há algo, mas pouco. Eu enrolei anos e mais anos para enfim assisti-lo, não sei bem porquê. A marca de Crowe está lá, claro, a trilha sonora repleta de clássicos do rock. Mas não percebi ali sua típica atmosfera. E mais: notei que ele não é um cara tão brilhante assim. Quero dizer, Quase Famosos é tão bom que talvez baste para consagrar sua carreira. Mas nenhum de seus outros longas é excelente, embora nenhum seja ruim.

Enfim, Maguire (Cruise) é um famoso agente de esportistas de uma empresa, e percebe que não adianta pensar só no dinheiro, mas sim na qualidade do seu trabalho, o que acaba custando sua demissão. Sozinho ele depende do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Gooding Jr.) e da contadora Dorothy Boyd (Zellweger) para se reerguer.

O filme foge dos principais clichês do gênero e acaba seguindo um rumo bem bacana. Ainda assim, acho que faltaram algumas coisas no roteiro, que não poderei explicar aqui sem ser spoiler, já que são fatos da parte final. Mas Crowe revelou o garoto que interpreta o filho da Zellweger, Ray (Lipnicki), que depois viria a estrelar os longas de Stuart Little. O guri era fantástico, hahaha! Não tanto quanto a garotinha de Compramos um Zoológico, claro. =P E fica a pergunta: o que houve com o Cuba Gooding Jr. e a Renée Zellweger de Jerry Maguire? Os dois estão fantásticos aqui!

Paraísos Artificiais (Paraísos Artificiais) - 2012. Dir: Marcos Prado. Elenco: Nathalia Dill, Luca Bianchi, Lívia de Bueno, Bernardo Melo Barreto e César Cardadeiro. ***
Paraísos Artificiais é um longa nacional com uma proposta relativamente interessante: contar a história de um relacionamento trafegando entre três períodos temporais distintos e tendo como pano de fundo as drogas e a música eletrônica. O filme, com direção de Marcos Prado (Estamira), tem uma identidade visual interessante e boas ideias em sua história.
Porém, o roteiro não cumpre muito bem o proposto. A estrutura é bacana, mas poderia ter trabalhado melhor o seu protagonista, Nando (Bianchi). Ou melhor, deveria ter tido como protagonista Érica (Dill), personagem bem mais complexa e agradável. E, aliás, a atriz Nathalia Dill impressiona pela ousadia em um papel regado a drogas e sexo, com várias cenas de nudez. Em se tratando de uma atriz conhecida por papéis de mocinha em novelas da Globo, eu considero ousadia. Diga-se de passagem, ela está tão bem que é o destaque do longa.
Já o ator Luca Bianchi não faz seu papel tão bem. Talvez seja culpa do personagem mal desenvolvido, não sei. Interessante é ver o César Cardadeiro (o Pedrinho da última encarnação do Sítio do Pica-pau Amarelo) escalado como Lipe, o irmão de Nando.
Ah, sim, a sinopse dos três segmentos intercalados: em uma rave alucinada numa praia do Nordeste, Érica e Lara (Bueno) aproveitam todas de um lado, e Nando e Patrick (Barreto) de outro; Patrick leva Nando para Amsterdam e este se apaixona por Érica; Nando sai da cadeia no Rio de Janeiro e tem que lidar com a rebeldia de seu irmão adolescente Lipe. O segmento do Rio é o mais fraquinho e o da rave, visualmente, é o mais bacana.
Senti falta de uma fotografia mais criativa: tons diferentes para cada segmento, por exemplo. Ou ainda, retratar melhor as viagens das drogas, algo como foi feito em Medo e Delírio. Com essa fotografia e o foco em Érica, poderia ser um filmão!

Paraísos Artificiais (Paraísos Artificiais) - 2012. Dir: Marcos Prado. Elenco: Nathalia Dill, Luca Bianchi, Lívia de Bueno, Bernardo Melo Barreto e César Cardadeiro. ***

Paraísos Artificiais é um longa nacional com uma proposta relativamente interessante: contar a história de um relacionamento trafegando entre três períodos temporais distintos e tendo como pano de fundo as drogas e a música eletrônica. O filme, com direção de Marcos Prado (Estamira), tem uma identidade visual interessante e boas ideias em sua história.

Porém, o roteiro não cumpre muito bem o proposto. A estrutura é bacana, mas poderia ter trabalhado melhor o seu protagonista, Nando (Bianchi). Ou melhor, deveria ter tido como protagonista Érica (Dill), personagem bem mais complexa e agradável. E, aliás, a atriz Nathalia Dill impressiona pela ousadia em um papel regado a drogas e sexo, com várias cenas de nudez. Em se tratando de uma atriz conhecida por papéis de mocinha em novelas da Globo, eu considero ousadia. Diga-se de passagem, ela está tão bem que é o destaque do longa.

Já o ator Luca Bianchi não faz seu papel tão bem. Talvez seja culpa do personagem mal desenvolvido, não sei. Interessante é ver o César Cardadeiro (o Pedrinho da última encarnação do Sítio do Pica-pau Amarelo) escalado como Lipe, o irmão de Nando.

Ah, sim, a sinopse dos três segmentos intercalados: em uma rave alucinada numa praia do Nordeste, Érica e Lara (Bueno) aproveitam todas de um lado, e Nando e Patrick (Barreto) de outro; Patrick leva Nando para Amsterdam e este se apaixona por Érica; Nando sai da cadeia no Rio de Janeiro e tem que lidar com a rebeldia de seu irmão adolescente Lipe. O segmento do Rio é o mais fraquinho e o da rave, visualmente, é o mais bacana.

Senti falta de uma fotografia mais criativa: tons diferentes para cada segmento, por exemplo. Ou ainda, retratar melhor as viagens das drogas, algo como foi feito em Medo e Delírio. Com essa fotografia e o foco em Érica, poderia ser um filmão!

100 Balas - Volume 8: Samurai
Este foi o último encadernado lançado no Brasil, que chega à metade (49 em 100) da narrativa de 100 Balas. Aqui acompanhamos duas tramas. Em uma Loop Hughes está na cadeia pelos acontecimentos mostrados em seu próprio arco, várias histórias atrás, e Lono vai preso pelo ocorrido no Volume 7. Os dois se encontram e nada bom pode sair daí. A segunda trama nos reapresenta ao esquecido Jack e sua arma com 100 balas ainda não utilizadas.
Me pergunto aonde cada pista vai levar. É importante ler com atenção pois ainda faltam 5 encadernados para completar a história. Mais uma vez, neste volume, o trabalho de Azzarello e Risso é excelente. Ainda não sei quem está do lado de quem, mais me consola saber que isso será explicado um dia.

100 Balas - Volume 8: Samurai

Este foi o último encadernado lançado no Brasil, que chega à metade (49 em 100) da narrativa de 100 Balas. Aqui acompanhamos duas tramas. Em uma Loop Hughes está na cadeia pelos acontecimentos mostrados em seu próprio arco, várias histórias atrás, e Lono vai preso pelo ocorrido no Volume 7. Os dois se encontram e nada bom pode sair daí. A segunda trama nos reapresenta ao esquecido Jack e sua arma com 100 balas ainda não utilizadas.

Me pergunto aonde cada pista vai levar. É importante ler com atenção pois ainda faltam 5 encadernados para completar a história. Mais uma vez, neste volume, o trabalho de Azzarello e Risso é excelente. Ainda não sei quem está do lado de quem, mais me consola saber que isso será explicado um dia.

100 Balas - Volume 7: A Sete Palmos.
Este encadernado apresenta seis histórias isoladas, com destaque para um personagem importante cada uma. Claro que o Brian Azzarello vai colocando pistas aqui e ali e 20 revistas à frente vamos reencontrar algum fato apresentado nas entrelinhas dessas edições.
É impressionante como até as cenas mais bobas ganham importância no universo de 100 Balas. Personagens esquecidos lá das primeiras histórias voltam a aparecer e influenciam o rumo da trama. Fico imaginando se Azzarello bolou todo o esquema de uma única vez ou se depois de tudo jogado, conseguiu reusar e aproveitar? Parece a primeira opção, mas não seria muita presunção assumir que conseguiria sucesso o suficiente para manter sua revista por 100 edições?

100 Balas - Volume 7: A Sete Palmos.

Este encadernado apresenta seis histórias isoladas, com destaque para um personagem importante cada uma. Claro que o Brian Azzarello vai colocando pistas aqui e ali e 20 revistas à frente vamos reencontrar algum fato apresentado nas entrelinhas dessas edições.

É impressionante como até as cenas mais bobas ganham importância no universo de 100 Balas. Personagens esquecidos lá das primeiras histórias voltam a aparecer e influenciam o rumo da trama. Fico imaginando se Azzarello bolou todo o esquema de uma única vez ou se depois de tudo jogado, conseguiu reusar e aproveitar? Parece a primeira opção, mas não seria muita presunção assumir que conseguiria sucesso o suficiente para manter sua revista por 100 edições?

Lunar (Moon) - 2009. Dir: Duncan Jones. Elenco: Sam Rockwell e Kevin Spacey. ****
A Terra resolveu seu problema energético coletando um elemento da Lua. Para isso, a corporação Lunar mantém um funcionário operando as máquinas e enviando essa fonte de energia para a Terra, auxiliado pela inteligência artificial GERTY (voz de Spacey). Sam Bell (Rockwell) é esse operário e está louco para voltar pra casa e rever sua esposa e filhinha, já que seu contrato de 3 anos está próximo do fim. Mais do que isso não posso revelar sem ser spoiler.
Duncan Jones é o filho do David Jones, mais conhecido como David Bowie. E parece ser um grande diretor. Lunar é seu primeiro projeto, para o qual bolou a ideia e deve ter conseguido financiamento graças ao nome do pai. O filme é praticamente um monólogo de Sam Rockwell, que está fantástico. Toda a aura por trás da empreitada tem um ar que lembra 2001 - Uma Odisseia no Espaço. Isso já basta para convencer algum cidadão que pode não ter assistido ainda a dar uma chance, certo?
Resta agora a dúvida: quando o Bowie vai estrelar um filme do filhão? =]

Lunar (Moon) - 2009. Dir: Duncan Jones. Elenco: Sam Rockwell e Kevin Spacey. ****

A Terra resolveu seu problema energético coletando um elemento da Lua. Para isso, a corporação Lunar mantém um funcionário operando as máquinas e enviando essa fonte de energia para a Terra, auxiliado pela inteligência artificial GERTY (voz de Spacey). Sam Bell (Rockwell) é esse operário e está louco para voltar pra casa e rever sua esposa e filhinha, já que seu contrato de 3 anos está próximo do fim. Mais do que isso não posso revelar sem ser spoiler.

Duncan Jones é o filho do David Jones, mais conhecido como David Bowie. E parece ser um grande diretor. Lunar é seu primeiro projeto, para o qual bolou a ideia e deve ter conseguido financiamento graças ao nome do pai. O filme é praticamente um monólogo de Sam Rockwell, que está fantástico. Toda a aura por trás da empreitada tem um ar que lembra 2001 - Uma Odisseia no Espaço. Isso já basta para convencer algum cidadão que pode não ter assistido ainda a dar uma chance, certo?

Resta agora a dúvida: quando o Bowie vai estrelar um filme do filhão? =]

100 Balas - Volume 6: O Detetive Enquadrado
Ah, aqui sim! Talvez o melhor volume da série até agora, este Detetive Enquadrado nos conta a história de Milo Garret, um detetive particular que sofre um acidente e recebe uma mala de Graves provando que este não foi tão acidental assim. Daí o personagem se envolve numa trama alucinada, que conta com Megan Dietrich, do Cartel, e Lono e Cole Burns, Minutemen.
Azzarello cria aqui um noir muito interessante, com Milo fazendo muito bem o papel de Philip Marlowe, detetive do escritor Raymond Chandler. A mulher fatal, o anti-herói, o clima sombrio, tudo está aqui. E aquela peculiar forma de investigar o mistério que rivaliza com James Ellroy. Excelente arco!

100 Balas - Volume 6: O Detetive Enquadrado

Ah, aqui sim! Talvez o melhor volume da série até agora, este Detetive Enquadrado nos conta a história de Milo Garret, um detetive particular que sofre um acidente e recebe uma mala de Graves provando que este não foi tão acidental assim. Daí o personagem se envolve numa trama alucinada, que conta com Megan Dietrich, do Cartel, e Lono e Cole Burns, Minutemen.

Azzarello cria aqui um noir muito interessante, com Milo fazendo muito bem o papel de Philip Marlowe, detetive do escritor Raymond Chandler. A mulher fatal, o anti-herói, o clima sombrio, tudo está aqui. E aquela peculiar forma de investigar o mistério que rivaliza com James Ellroy. Excelente arco!

100 Balas - Volume 5: Contrabandolero!
Ao que parece o Agente Graves e Shepherd estão disputando para reunir os Minutemen sobreviventes, que, sabe-se lá porque, perderam a memória do tempo que serviam o Cartel. No passado, Graves libertou a memória de Cole Burns. Agora Shepherd e Dizzy vão visitar o homem chamado Wylie e aparentemente este era um Minutemen, já que estava em Atlantic City, cidade onde ocorreu o misterioso evento que desfez a equipe de Graves. Mas não conseguem fazê-lo lembrar do passado.
Edição relativamente morna, num arco curto e sem maiores emoções. 

100 Balas - Volume 5: Contrabandolero!

Ao que parece o Agente Graves e Shepherd estão disputando para reunir os Minutemen sobreviventes, que, sabe-se lá porque, perderam a memória do tempo que serviam o Cartel. No passado, Graves libertou a memória de Cole Burns. Agora Shepherd e Dizzy vão visitar o homem chamado Wylie e aparentemente este era um Minutemen, já que estava em Atlantic City, cidade onde ocorreu o misterioso evento que desfez a equipe de Graves. Mas não conseguem fazê-lo lembrar do passado.

Edição relativamente morna, num arco curto e sem maiores emoções.