Pequenos comentários sobre as gotas de entretenimento que absorvo.

 

Alyah (Alyah) - 2012. Dir: Elie Wajeman. Elenco: Pio Marmaï, Cédric Kahn, Adèle Haenel, Sarah Le Picard e Guillaume Gouix. ***
Alex (Marmaï) é um francês de ascendência judaica que vive do pequeno tráfico de drogas, até que resolve ir para Israel tentar a vida de forma mais honesta, trabalhando em um restaurante. Para isso pede ajuda à sua ex-namorada Esther (Picard), professora de hebraico, de forma que ele consiga falar alguma coisa e obtenha sua alyah (uma espécie de visto, pelo que entendi). Enquanto isso, se envolve com a amiga dela, Jeanne (a bela Haenel, do bom filme Lírios D’Água, que assisti em 2007), lida com seu amigo traficante Mathias (Gouix) e com seu atormentado irmão Isaac (Kahn).
Até certo ponto, Alyah é um filme eficiente ao retratar o cotidiano de judeus parisienses, fugindo completamente do estereótipo que fazemos da França. Contudo, o filme jamais ganha fôlego e seu protagonista é fraco o suficiente para não gerar identificação alguma com o espectador. Assim, apesar do tema relativamente interessante, a película não empolga e, ao final, seja lá qual fosse o destino de Alex, eu pouco me importaria.

Alyah (Alyah) - 2012. Dir: Elie Wajeman. Elenco: Pio Marmaï, Cédric Kahn, Adèle Haenel, Sarah Le Picard e Guillaume Gouix. ***

Alex (Marmaï) é um francês de ascendência judaica que vive do pequeno tráfico de drogas, até que resolve ir para Israel tentar a vida de forma mais honesta, trabalhando em um restaurante. Para isso pede ajuda à sua ex-namorada Esther (Picard), professora de hebraico, de forma que ele consiga falar alguma coisa e obtenha sua alyah (uma espécie de visto, pelo que entendi). Enquanto isso, se envolve com a amiga dela, Jeanne (a bela Haenel, do bom filme Lírios D’Água, que assisti em 2007), lida com seu amigo traficante Mathias (Gouix) e com seu atormentado irmão Isaac (Kahn).

Até certo ponto, Alyah é um filme eficiente ao retratar o cotidiano de judeus parisienses, fugindo completamente do estereótipo que fazemos da França. Contudo, o filme jamais ganha fôlego e seu protagonista é fraco o suficiente para não gerar identificação alguma com o espectador. Assim, apesar do tema relativamente interessante, a película não empolga e, ao final, seja lá qual fosse o destino de Alex, eu pouco me importaria.

  1. lisys said: É tipo água com açúcar? =/
  2. elviswolvie posted this

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